O terminal é o componente principal de um conector fêmea, determinando seu desempenho, aplicação e custo. Esses componentes eletrônicos cruciais podem ser categorizados em três dimensões principais.
1. Por tipo de solda:
Terminais DIP: Para soldagem passante, oferecendo alta resistência mecânica ideal para eletrônica industrial e automotiva.
Terminais SMT: Para refluxo de montagem em superfície, permitindo layouts de PCB de alta densidade em dispositivos de consumo, como smartphones e laptops.
2. Pelo recurso de montagem:
Encaixe de pressão padrão: O método mais comum e econômico para fixar terminais no isolador.
SMT com alças de fixação: Terminais aprimorados com orelhas extra soldáveis para retenção superior da placa contra estresse de acoplamento.
3. Por formulário de contato e função:
Pinos padrão: Para transmissão básica de sinal/potência.
Terminais em ângulo reto: permitem conexões verticais placa a placa.
Contatos de mola: Fornecem alta confiabilidade, baixa resistência e longa vida útil para ciclos de acoplamento frequentes.
Pinos escalonados (Hi-Lo): Habilite o recurso hot-swap sequenciando o contato elétrico.
Terminais de alimentação: Apresentam seções transversais maiores para maior capacidade de transporte de corrente.
A seleção do terminal correto para seu conector fêmea requer equilíbrio no processo de fabricação (SMT vs DIP), restrições de espaço, necessidades de confiabilidade (resistência à vibração) e requisitos elétricos/funcionais específicos. Compreender esses fundamentos dos conectores eletrônicos é fundamental para projetar produtos robustos e competitivos.